BlogEsfera Dragão - Blog do Luis Alberto

CBJ cria área específica de katas

A Confederação Brasileira de Judô criou uma área em seu departamento técnico específica para o Kata. Referências internacionais, os judocas heptacampeões pan-americanos e campeões mundiais Luis Alberto e Rioiti Uchida foram convidados pelo presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, para capitanearem o projeto.

“Com a criação desta área específica, queremos divulgar e padronizar o kata em todo o Brasil. Luis e Rioiti são referências quando falamos em kata e nosso objetivo é o ensino do kata, criação de regulamentos para competições e formar árbitros”, diz Paulo Wanderley.

O “padrão CBJ” será definido pela dupla e este será o padrão oficial para exames e demonstrações. Para este segundo semestre haverá na sede da Confederação um encontro com os responsáveis pelo kata nas federações filiadas. Também está em estudo a realização do Campeonato Brasileiro de Katas em 2011.

“Será um evento isolado, sem estar inserido em nenhum brasileiro de veteranos ou algo do tipo”, afirma Paulo Wanderley.





Ouro nos Jogos Sul-Americanos

Judô brasileiro fecha o primeiro dia de disputas com sete medalhas

Depois da dupla formada por Luis Alberto dos Santos e Rioiti Uchida conquistar a medalha de ouro no Katame-No- Kata (técnica de solo) e a de prata no Nague-No-Kata (técnica de projeção) nos Jogos Sul-Americanos de Medellín foi a vez de Rafael Siva (+100kg) e Leonardo Leite (-100kg) garantirem para o Brasil o lugar mais alto do pódio. Nesta sexta-feira, a seleção de judô comemorou ainda os bronzes de Eduardo Santos (-90kg), Priscila Marques (+78kg) e Glaucia Lima (-70kg).

Bicampeão das Olimpíadas Universitárias, Rafael Silva, de 22 anos, comemorou o título com a certeza de que está trilhando o caminho certo para alcançar o sonho de disputar o Pan de Guadalajara em 2011 e as Olimpíadas de Londres-2012. A vitória, por ippon, sobre o colombiano Luis Salazar não deixou dúvidas sobre a sua atuação.

- Estou apenas começando a minha carreira internacional, mas acho que tenho condições de lutar por uma vaga em Guadalajara e Londres. Estou evoluindo degrau por degrau. Agora é fazer um bom Grand Slam no Rio e depois competir bem em Lisboa e Madri, em junho - disse Rafael.

Ao contrário de Rafael, o experiente Leonardo Leite, de 31 anos, que venceu o também colombiano Camilo Avila (por ippon), procura consolidar sua carreira na seleção.

- Temos várias disputas importantes pela frente. Grand Slam no Rio de Janeiro, Copa do Mundo em São Paulo; além de torneios na Espanha, em Portugal e na Rússia. Já estou bem no ranking, mas vou treinar forte e darei o máximo para somar o maior número de pontos e melhorar a minha posição - afirmou.





Luís Alberto comenta a nova regra do Judô!

Prezados, boa tarde.

Com mais esta valorosa contribuição aumentamos o quorum de postagens na categoria Entrevistas.

As perguntas desta entrevista foram elaboradas pela jornalista e judoca Sarah Mund e respondidas pelo Árbitro Continental FIJ B Luís Alberto dos Santos.

Equipe: Quais são exatamente as novas regras criadas pela FIJ?

Luís Alberto:

  • Punir com hansoku-make, as ações diretas de mão ou braço abaixo da faixa do oponente (tanto para atacar como para defender).
  • Na decisão por hantei, analisar tanto a luta do tempo normal como o golden score.
  • Dependendo do número de atletas na chave, fazer a repescagem a partir das oitavas de final.
  • Posição extremamente defensiva punir com shido.

Equipe: O que motivou a criação dessas novas regras?

Luís Alberto: Resgatar o verdadeiro judô, pois o mesmo estava sofrendo uma descaraquiterização.

Equipe: Como está sendo a adaptação dos atletas brasileiros?

Luís Alberto: Ainda num período de insegurança, muitos por reflexo ainda cometem as infrações novas.
Equipe: Qual das regras representa uma maior dificuldade de adaptação?

Luís Alberto: Nas categorias mais leves a postura extremamente defensiva e as “catadas de perna”.
Equipe: E qual delas tem criado mais polêmica? E por quê?

Luís Alberto: Justamente a que proíbe as ações diretas abaixo da faixa. Porque foi permitido por muito tempo e agora não é mais.
Equipe: Que resultados podemos esperar com as novas regras em vigor?

Luís Alberto: Com certeza uma luta mais plástica e muito mais técnica.
Equipe: O Brasil tem chances de apresentar melhores resultados internacionais com as mudanças?

Luís Alberto: Os medalhistas olímpicos Leandro Guilheiro e Tiago Camilo já estão mostrando que as mudanças das regras só vieram para contribuir com os bons resultados.

Também o campeão mundial Luciano Corrêa deve sem dúvida manter bons resultados. Todos os atletas que aprenderam “judô” e praticam “judô” vão se dar muito bem.

Equipe: O que está sendo feito para garantir que os campeonatos nacionais sigam as determinações da FIJ?

Luís Alberto: Seminários e cursos para o esclarecimento dos árbitros, atletas e técnicos.

Com uma ressalva. Nós não teremos na maioria das competições recursos tecnológicos no auxílio com imagens (duas câmeras, dois laptops e comissão de arbitragem em cada área).
Equipe: Em uma visão geral, as novas regras podem ser vistas como uma mudança benéfica para o Judô?

Luís Alberto: Sim.

Prof. Luís Alberto





CLINICA DE KATAS E ARBITRAGEM

  • CLÍNICA DE KATAS

Caros Professores :
Visando manter o estímulo ao treinamento de Katas no estado e visando o
aprimoramento técnico e capacitação de atletas para participar de eventos nacionais e
internacionais de katas, estaremos recebendo no estado na sexta-feira dia 26 de fevereiro, o
Prof. Luis Alberto dos Santos, detentor de 26 títulos Mundiais de Katas.
Data e horário: 26 de Fevereiro (Sexta-feira), das 16 h às 22 hs.
Local: Dojo da SOGIPA, Rua Barão do Cotegipe, 400. Porto Alegre, RS.
INSCRIÇÕES
• ATÉ ÀS 12 HS DO DIA 26 DE FEVEREIRO (sexta-feira) , através do e-mail
secretaria@judors.com.br
- VALORES: R$ 30,00 (trinta reais) a serem pagos no local do evento.
Obs: Obrigatório a Apresentação da Carteira FGJ 2010 e comparecer de Kimono Branco
e limpo.

  • CLÍNICA DE ARBITRAGEM 2010

Caros Professores :
Houveram mudanças significativas nas regras de arbitragem para a temporada 2010, é
extremamente importante que todos professores e árbitros do nosso estado estejam
atualizados, pois as mesmas já foram colocadas em prática em eventos nacionais e
internacionais, e já estarão em vigor no nosso primeiro evento no dia 06 de março na Copa
Tramandaí.
Com o sentido de propiciar a oportunidade de atualização a todos, estamos trazendo
ao estado o Prof. Luis Alberto dos Santos da FPJ, árbitro Continental (FIJ – B), com atuação em
diversos eventos como: Campeonatos Panamericanos, Copas Panamericanas, Copas do
Mundo, Grand Prix, Seletivas Nacionais, Campeonatos Brasileiros e Troféu Brasil
Data e horário: 27 de Fevereiro (sábado), das 8 h e 30 min às 16h,
Local: Dojo do Grêmio Náutico União, sede Moinhos de Vento situada na Rua Quintino
Bocaiúva, 500, Porto Alegre, RS.
INSCRIÇÕES
• ATÉ O DIA 25 DE FEVEREIRO (quinta-feira), através do envio via e-mail
secretaria@judors.com.br da ficha de inscrição em anexo.
- VALORES: R$ 50,00 (cinqüenta reais).
Técnicos credenciados no dia 20/02 durante o credenciamento técnico são isentos de
inscrição.
Obrigatório a todos os árbitros que pretendam atuar nos eventos do ano de 2010, e a
todos os candidatos a exame de faixa preta e para Dans superiores. A ficha de inscrição
servirá para futuras convocações para atuar como árbitro em eventos.
Obs: Obrigatório a Apresentação da Carteira FGJ 2010 e comparecer de Kimono Branco
e limpo.

Federação Gaúcha de Judô
Rua Gonçalves Dias, 628 / Sala 18 - CEP 90130-060 - Porto Alegre – RS
E-mail: judors@judors.com.br - Home Page www.judors.com.br
FONE: (51) 3233 - 4311/ FAX: (51) 3231-2722





Atleta da Kimonos Dragão é campeão da Copa Sulamericana de Katá

O prof. Luis Alberto, ao lado de seu parceiro prof. Rioiti Uchida, competiu neste último fim de semana na Copa Sulamericana de katá, realizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

A dupla foi campeã nos três katás que disputou: Katame No Katá, Koshiki No Katá e Kodokan Goshin Jitsu.

Durante o evento, Luis Alberto e Uchida também foram homenageados com um mural, por suas conquistas nacionais e internacionais no judô.

A dupla volta a São Paulo para seguir os treinamentos, visando o Campeonato Mundial, que acontece em Malta no mês de outubro, onde competirá no Nague No Katá.

20/set/2009





A DECADÊNCIA DOS ENSINAMENTOS DO MESTRE JIGORO KANO

Infelizmente cada vez mais observamos que esta afirmação é verdadeira. O comportamento de algumas pessoas envolvidas com o esporte idealizado e criado pelo prof. Jigoro Kano nos mostra esta triste realidade. No último final de semana, foi o que presenciamos mais uma vez (Sábado, quando realizado o Campeonato Paulistano Juvenil e Júnior, e Domingo, por ocasião de  mais uma fase do Grand Prix). Algumas pessoas envolvidas direta ou indiretamente com as disputas deixaram a emoção transbordar de uma maneira muito irresponsável, prejudicando o bom andamento da competição, e dando assim um péssimo exemplo de conduta.
Talvez seja a hora daqueles que tem o dever de honrar os ensinamentos dos Mestres não se eximirem da responsabilidade e cobrarem daqueles que estão ligados às associações e aos clubes uma conduta digna do Judô, para que professores como o Mestre Massao Shinohara não mais presenciem cenas desagradáveis de algumas pessoas mal educadas, episódios que acontecem durante eventos esportivos onde judocas disputam a vitória no shiai-jô, dentro de regras pré-estabelecidas, com respeito ao adversário, aos professores e ao público presente, abaixando a cabeça ao final dos combates, em forma de agradecimento pela oportunidade de ter aprendido mais com uma experiência pois, como dizia o prof. Jigoro Kano, “o judoca não se aperfeiçoa para lutar, mas sim luta para se aperfeiçoar”.

Prof. Luis Alberto dos Santos
Coordenador de Arbitragem – Capital - FPJ





VAMOS RECLAMAR DA ARBITRAGEM…

… é mais fácil.
Não admitir os erros e a superioridade do adversário é o mais comum, então o que resta é imputar a derrota à arbitragem. Técnicos e atletas usam e abusam deste recurso e normalmente vemos nas competições cenas deste tipo. Que pena…
Seria muito mais nobre o reconhecimento e a aceitação da derrota para um futuro crescimento, como já dizia nosso grande mestre Prof. Jigoro Kano “O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar”, ou seja, compete para alcançar o apogeu no sentido mais amplo da expressão, porque este é o nosso maior propósito. Ou não?
Desenvolvimento técnico, físico e espiritual: como alcançá-los se não assumimos nossas fraquezas? Pelos sábios, a derrota é vista como uma oportunidade para o aperfeiçoamento, pelos ignorantes, como o fim.
Curiosamente todos os que não aceitam suas derrotas, ficam pelo caminho, não chegam a lugar algum de destaque. Felizmente o oposto existe. Vejamos alguns exemplos: os campeões olímpicos Aurélio Miguel e Rogério Sampaio sempre tiveram um comportamento irrepreensível quando competiam, e hoje, como técnicos da equipe São Paulo FC Rogério Sampaio / Mizuno, demonstraram o mesmo comportamento durante o Grand Prix Nacional. Estes técnicos não tentaram influenciar a arbitragem em suas decisões, nem questionaram aquelas já tomadas.
Outros exemplos de atletas que preferiram o caminho da boa conduta, e sempre obtiveram excelentes resultados, são: Sebastian Pereira, Tiago Camilo, Flávio Canto, Edinanci Silva, Alexander Guedes e tantos outros campeões.
Alguns técnicos esquecem que também são professores (educadores). Talvez a insegurança de perder seus empregos os obrigue a se comportarem de maneira inadequada ao judô. As competições de alto nível realmente exigem resultados positivos, mas não podemos esquecer que só um é campeão. Todos os outros foram derrotados, ou seja, a porcentagem dos vencidos é esmagadoramente maior.
Outro ponto são situações constrangedoras proporcionadas por reclamações exageradas. Aqueles que estão nas arquibancadas não têm nenhum compromisso com o bom andamento do evento. Já os árbitros e oficiais de mesa fazem parte da organização e deles é exigido comportamento tranqüilo e transparente.
Vejam como são desagradáveis estas situações: fazer parte do evento, ser ultrajado, difamado e ofendido e dando como resposta apenas o silêncio. Acho que já ouvimos esta história, porém nada mudou. A quem cabe a responsabilidade de evitar tal situação? Talvez aos dirigentes, que deveriam exigir e proporcionar um ambiente tranqüilo, para que as possibilidades de equívocos sejam reduzidas. Ou não é de conhecimento de todos que o tumulto é prejudicial ao bom julgamento?
Em dezembro último, vimos durante a primeira etapa da Seletiva Olímpica o pai de um atleta, após sua segunda derrota, ofender o árbitro que atuara durante o combate. Ele disse, entre outros absurdos, que o árbitro tinha inveja de seu filho e queria “resolver o assunto lá fora”. Então quer dizer que o atleta, derrotado por wazari, foi projetado pelo árbitro? Aonde é que vamos parar?
Os aplausos são muito bem vindos ao final de cada combate, independente do resultado, pois o público vai para ver o espetáculo. Mas o que vemos são gritos que partem das arquibancadas para induzir a arbitragem, pedindo punições e pontuações, e não para orientar seus atletas. Estes, hoje dão a impressão de serem treinados para obter vitórias através de punições recebidas por seus adversários, e não pela eficiência de suas técnicas. Por exemplo, manter o adversário a qualquer custo na zona de perigo por cinco segundos, para que ele seja punido, é mais comemorado do que uma tentativa de projeção. Isto é uma inversão de valores: a vitória a qualquer custo, mesmo sem mérito. Um absurdo. Não podemos esquecer que lutamos judô em busca do ippon.
A palavra “ética” parece não existir no vocabulário de muitos, infelizmente.
O conhecimento das regras deveria ser também dos técnicos e atletas para que algumas situações fossem evitadas – alguns comentários são inadequados. É importante lembrar que todos os árbitros são professores tanto, ou até mais que os técnicos que tumultuam as competições.
Errar é inerente ao ser humano. Portanto atletas, técnicos e árbitros estão sujeitos a erros. Ainda temos na memória um ex-técnico da seleção brasileira orientando seu atleta para “segurar” o resultado. Ele errou ao achar que o judoca brasileiro estava em vantagem, fato que não ocorreu, e vimos ao final do combate a vitória do adversário.
Vejam que curioso:
“Os campeonatos promovidos pelas Federações transformaram-se em verdadeiro campo de batalha, sob uma indisciplina crescente passaram os atletas, dirigentes de clubes e alguns ‘professores’ a desrespeitar os árbitros e dirigentes. Por este motivo, muitos árbitros e dirigentes resolveram afastar-se, pois não se viam obrigados a conviver com este ambiente tão distante do Judô que eles conheceram; outros, como nós, confiantes nos bons mestres que ainda existem, resolvemos permanecer e usar todas as nossas forças para retrilhar o ‘caminho suave’ do Judô.
Como todos sabem, ou deveriam saber, o Judô teve sua origem no Jiu Jitsu, ao qual o mestre JIGORO KANO acrescentou-lhe a doutrina filosófica, razão porque passou a se chamar JU-DÔ, DÔ significa DOUTRINA. Aqueles que quiserem praticar este esporte terão que aceita-lo como ele é, como foi criado pelo seu idealizador. Os que não se adaptam, não podem lutar por modifica-lo ou alterar seus princípios básicos; terão que buscar outros esportes onde se sintam melhor, pois se permitirmos que tal aconteça, seria o retrocesso e estaríamos devolvendo o Judô ao Jiu-Jitsu, o que não pode acontecer.
JUDÔ: ame-o ou deixe-o.”
Parágrafos extraídos na íntegra do artigo “Judô e a Disciplina”, assinado pelo saudoso dirigente Sérgio Adib Bahi (REVISTA DO JUDÔ, ano 1, nº 01 – out.nov.dez/86)
Infelizmente, o Prof. Sérgio Bahi faleceu antes de ver o judô retrilhar seu caminho suave.

Prof. Luís Alberto dos Santos
Coordenador de arbitragem – Capital – FPJ

judomagokoro@hotmail.com





NOTA DE REPÚDIO

Vergonha, indignação… é o que o grande público do judô sentiu ao ver, em rede nacional de televisão, cenas de completo descontrole e hostilidade durante o último dia de disputas do judô nos XV JOGOS PAN AMERICANOS.

É de conhecimento de todos que a grande maioria do público presente ao complexo esportivo do RIOCENTRO é diretamente envolvido com o judô, seja atleta, professor, árbitro ou dirigente. Não se trata de algumas torcidas uniformizadas de clube de futebol, que freqüentemente demonstram atos marginais e selvagens. Os praticantes do judô, esporte criado com princípios nobres baseados na educação e disciplina, não podem em hipótese alguma reagir com naturalidade diante deste fato. É inadmissível não aceitar uma derrota, principalmente imputando à arbitragem um erro que não ocorreu.

INVERSÃO DE VALORES

Na final do peso -52kg, durante o GOLDEN SCORE, acertadamente a atleta brasileira foi punida por ataque falso. No entanto houve uma reação descabida por grande parte dos presentes no ginásio, com xingamentos e hostilidades, pelo simples fato de tal decisão não favorecer o Brasil.

Quando erros são a favor dos atletas brasileiros, não são comentados, nem se tornam objetos de discussão. Como exemplo vamos analisar a disputa do ouro na categoria -66kg, onde o atleta brasileiro que tinha uma pequena vantagem no placar, conquistada através de punição, no final do combate se joga deliberadamente ao solo duas vezes e não é punido. Esse erro da arbitragem não foi em momento algum discutido, por ser favorável ao Brasil.

Diante de uma cena como esta, fica uma grande mágoa para aqueles que trabalham com o judô educacional e de participação, que visam promover auto-estima, autocontrole, confiança, disciplina e educação. Um evento como os “JOGOS PAN AMERICANOS”, um dos que têm maior expressão no continente e onde o momento deveria ser de divulgação positiva do esporte, vimos um completo vexame.

“NÃO APRENDER COM OS ERROS, POSSIBILITA COMETÊ-LOS NOVAMENTE”

Assinado: Um simples amante do Judô

Professor Luís Alberto dos Santos





Um pouco sobre minha vida!!!!

LUÍS ALBERTO DOS SANTOS
Professor de Judô desde 1984

telefone: (11) 9261-8146
E-mail: judomagokoro@hotmail.com
nascimento: 11/jun/1966

ü      Credenciado pela Federação Paulista de Judô nº 4304-5

ü      Faixa preta 5º DAN

ü      Registro no Conselho Regional de Educação Física sob nº 013429-P / SP

ü      Árbitro Internacional (FIJ B)

ü      Árbitro Internacional de Katá

ü      Árbitro Internacional especializado em competições para deficientes visuais

ü      Membro da comissão de arbitragem da F.P.J.

ü      Membro da banca examinadora nos exames de graduação F.P.J.

ü        Palestrante nos cursos de katá da Federação Paulista de Judô desde 1993

ü      Palestrante nos cursos de arbitragem da Federação Paulista de Judô desde 1999

ü      Palestrante no curso para graduandos Federação de Judô do Espírito Santo 2002

ü      Palestrante no curso para graduandos da Federação de Judô do Rio de Janeiro 2006

ü      Palestrante no curso para graduandos Federação de Judô de Minas Gerais 2007

ü      Palestrante no curso de Bacharelado em Esporte da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo em 2003, 2004 e 2005

ü      Palestrante no curso de Educação Física da Faculdade Uni-Santana em 2004 e 2005

ü      Palestrante no curso de Educação Física da Faculdade Mackenzie 2004

ü      Palestrante no I Encontro de Judô - Serra Sul- Petrópolis - Rio de Janeiro 2009

ü      TÍTULOS CONQUISTADOS

§         26 títulos mundiais de katá: nague no katá, katame no katá, ju no katá, kime no

katá, goshin jutsu e koshiki no katá em 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007

§         Grand Master Champion 2007

§         Hexacampeão pan-americano de nague no katá, katame no katá e ju no katá em

2001, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2009

§         Campeão sul-americano de nague no katá em 2005

§         Octacampeão brasileiro de nague no katá, katame no katá e ju no katá em

2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008

§         Medalha Campeão Olímpico Aurélio Miguel em 2006, 2007, 2008 e 2009

§         Representante do continente americano no 1st Kodokan Judo Kata International

Tournament 2007

ü      PROFESSOR RESPONSÁVEL

§         Associação de Judô Magokorô (entidade oficial filiada à FPJ)

§         Colégio Doze de Outubro

§         Colégio Franciscano Pio XII

§         Balneário Jalisco (PMSP)

§         Dojô Constantino de Lutas





Video de Kata

Luis Alberto e Rioti Uchida